A inflação da proteína bovina ficou em queda por um ano e meio, mas voltou a aumentar em setembro de 2024. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE.
Entre os cortes bovinos, o patinho foi o que mais encareceu no acumulado dos 12 meses, com a inflação de 19,63%. Ele é seguido do acém (18,33%), do peito (17%) e do lagarto comum (16,91%). A única peça que ficou mais barata foi o fígado, com queda de 3,61%, aponta o índice. Considerando a variação mensal, as carnes tiveram uma alta de 8,02%. É a maior elevação do item na categoria desde dezembro/2019, quando atingiu 18,06%.
Quatro fatores ajudam a explicar a alta de preços, segundo economistas consultados pelo g1:
Segundo os economistas, esses fatores também indicam que o preço não deverá baixar em 2025, e a alta pode se estender até 2026.
G1
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