A pasta informou que houve um salto nos casos de Dengue, Zika e Chikungunya nos primeiros meses deste ano.
A dengue teve aumento de 44%. Entre janeiro e março, foram registrados 210 mil casos prováveis da doença, 43,8% mais que no mesmo período no ano passado. Ela é considerada a mais grave das doenças já que, por causa da hemorragia, pode levar à morte.
A Chikungunya teve o maior salto, de 97% computando nos primeiros três meses deste ano 43 mil casos prováveis, 97,1% a mais na comparação com janeiro, fevereiro e março de 2022.
A Zika cresceu 35,2%. Foram 1.194 casos prováveis da doença, contra 883 no mesmo período do ano passado, um aumento de 35,2%.
O Ministério está sem um dos inseticidas de combate ao Aedes, o fumacê, produto usado no processo de nebulização que controla a espécie. A pasta criou o centro de operações para monitorar as doenças, por enquanto.