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- 30/08/2023 / 11:26
CMN lança manifesto e prefeitos protestam contra queda do FPM na PB

Os prefeitos de quase 200 (duzentos) Municípios paraibanos decidiram aderir à ideia de paralisação das atividades municipais nesta quarta-feira (30/08) como forma de protesto contra as sucessivas quedas nos valores dos repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

A ideia foi sugerida pela Famup (Federação das Associações de Municípios da Paraíba), com apoio da CMN (Confederação Nacional de Municípios), e recebeu adesão de Municípios dos Estados da Paraíba, Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí, com isso, as gestões aderentes, no dia 30 de agosto, fecharam as suas portas, mantendo apenas os serviços essenciais à população.

Em João Pessoa, Capital do Estado da Paraíba, prefeitos que aderiram à paralisação e não foram protestar em Brasília, participam de uma mobilização na Praça dos Três Poderes, em Frente à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), desde às 09h.

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), integrante da FNP (Frente Nacional dos Municípios), confirmou de modo antecipado durante entrevista ao @portaldacapital na terça-feira (29/08), que não iria aderir à paralisação dos serviços mas, que apoia a manifestação realizada na Capital Federal que deve receber gestores municipais de todos os Estados do país.

Já os prefeitos dos Municípios paraibanos de Bayeux, Cabedelo, Cajazeiras, Guarabira, Santa Rita, Sapé e Sousa, diferentemente do gestor pessoense, decidiram aderir ao movimento de paralisação das atividades municipais nesta quarta-feira.

Famup

O presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), George Coelho, presente na manifestação dos prefeitos em João Pessoa, durante entrevista ao @portadacapital, afirmou que o Governo Federal não tem oferecido explicações para as quedas repentinas do FPM e que os protestos registrados hoje na Paraíba e em Brasília são, na verdade, “um grito de socorro. O prefeito e a prefeita não querem fechar a Prefeitura, querem trabalhar. Querem ter recursos”.

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