Segundo a pasta, a compra será feita de forma prioritária apenas dos livros de português e matemática usados no ensino fundamental das escolas públicas. A estimativa é que cerca de 30 milhões de exemplares deixem de ser comprados com essa medida, apenas considerando os ensinos iniciais.
A medida, no entanto, é criticada por entidades dos livros didáticos. Em nota, o MEC explicou que teve que adotar a compra “escalonada” pelo “cenário orçamentário desafiador e a importância inequívoca de manutenção do PNLD para a Educação pública do Brasil”.
O Ministério ressalta que “as compras para a EJA, cuja licitação está na fase final, estão garantidas e que as estratégias para o ensino médio serão definidas na sequência”.