Para Maria Elizabeth Rocha, que chefiará o tribunal pelos próximos dois anos, militarismo e política não podem se misturar. Ela afirmou que militares devem atuar nos “quartéis, e não na política” e que pretende modernizar a Corte. A declaração foi dada durante entrevista, concedida após a Polícia Federal indiciar militares da ativa e da reserva em investigações que apuram suposta tentativa de golpe de Estado durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A posse de Maria Elizabeth Rocha está agendada para março de 2025, ano que deve ser marcado por análises no judiciário acerca de eventual envolvimento de militares em suposta intentona golpista. A futura presidente do STM disse que, finalizada a apreciação por parte do Supremo Tribunal Federal (STF) e havendo indício de crimes militares, os envolvidos podem responder perante a Justiça Militar.
Point da Notícia com informações da G1