O caso aconteceu no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea), em Campina Grande, e foi denunciado pelo pai da criança, que afirmou que a mãe teria recebido uma superdosagem de um medicamento para induzir o parto – por consequência, o bebê morreu durante o procedimento e, em virtude de complicações, a mãe perdeu o útero.
Dentre as diligências determinadas pela promotora Adriana Amorim, do Ministério Público da Paraíba, estão a solicitação de instauração de sindicâncias pela Secretaria Municipal de Saúde, pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) e pelo Conselho Regional de Enfermagem (Coren).
A polícia civil também investiga e deve concluir o caso após os resultados de perícias no corpo do bebê e da mãe, do exame toxicológico e da análise pericial do útero.
A Secretaria de Saúde de Campina Grande afastou os profissionais que atenderam a gestante e, em nota, disse que a decisão vale enquanto durar a sindicância que investiga a ocorrência.