No dia 1º de novembro, entram em vigor as novas regras do saque-aniversário, com limites no valor – R$ 100 e R$ 500 – que pode ser antecipado. Em carta ao Ministério do Trabalho, a Associação Brasileira dos Bancos (ABBC) diz que as medidas “embora bem-intencionadas, tendem a produzir efeitos contrários aos desejados “.
Segundo os cálculos da entidade, as restrições vão impactar diretamente 20 milhões de trabalhadores que hoje realizam antecipações do saque-aniversário — ou 80% dos 26,4 milhões de pessoas com saldo no FGTS, além dos 9 milhões de desempregados que perderão acesso à linha — e tampouco têm acesso ao novo crédito consignado.
A antecipação do saque-aniversário tem a taxa de juros regulada pelo governo e é hoje a linha mais barata no crédito pessoal. O teto hoje é de 1,79% ao mês, inferior ao teto para pensionistas do INSS, de 1,85% ao mês