A ministra Maria Thereza de Assis Moura, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), manteve a prisão preventiva do pastor Péricles Cardoso, acusado de aplicar golpe milionário em fiéis da igreja Assembleia de Deus localizada no bairro de Mangabeira I. A defesa do religioso já havia tentado a soltura junto Tribunal de Justiça da Paraíba, onde também não obteve êxito.
O pastor Péricles Cardoso de Melo, está preso desde o ano passado na Penitenciária Flósculo da Nóbrega (Presídio do Róger), suspeito de obter mais de R$ 2 milhões de vantagem indevida junto a fiéis da Assembleia de Deus de Mangabeira. Conforme consta nas investigações, desde 2018, utilizando-se de seu poder de convencimento, da fé religiosa e respeito que os fiéis tinham por sua pessoa, começou a solicitar ajuda financeira para a compra e reforma de uma casa para a Igreja, obra que não foi concluída.
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